Cintilantes lágrimas de Inês
Deslizam por entre as pétalas
Das rosas do jardim
Inês, formosa, chora com sofrimento
E todas as flores murcham
Como se nunca nenhuma gota tivesse percorrido as suas raízes.
Os suspiros de Inês correm montes e vales
E naquelas montanhas o seu eco apodera-se…
E a natureza chora a perda daquele puro amor
Onde a inveja não permanece
E o sentimento perdura para além da morte…
Cátia Pereira
Patrícia Monteiro
quinta-feira, 26 de março de 2009
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